Escova Progressiva com Formol

Dicas e informações sobre a técnica de escova progressiva com formol

Muitas mulheres fazem de tudo para deixar os cabelos super lisos, inclusive usar produtos que já são comprovadamente prejudiciais à saúde, como as escovas progressivas com formol.

Há alguns anos surgiu no cenário dos salões de beleza do Brasil um significativo avanço no manejo dos cabelos crespos, ondulados, finos, rebeldes e frágeis. Um velho conhecido dos médicos, o formol, revelou-se um grande aliado para domar os fios, economizando precioso tempo, com a rotina das escovas, idas ao cabeleireiro, secadores e tudo mais.

A escova progressiva com formol foi a “luz no final do túnel” para quem tem o cabelo que arma a qualquer sinal de umidade no ar; também um aliado para quem sofre horas alisando os fios com secadores e chapinhas.

A expressão “Escova Progressiva” se refere à técnica que apresenta uma solução à base de formol misturada à queratina líquida e uma emulsão leave in. Este produto é aplicado mecha a mecha, sendo feita, então uma escova tradicional. É recomendado que após a escova progressiva não se lave o cabelo por uns três dias, mas, na verdade, isso não é importante e nem necessário.

Diferente do que se pensa o formol não torna o cabelo mais liso, mas fortalece mais os fios, criando uma espécie de capa que o envolve, endurecendo a queratina que é um constituinte natural e principal do fio do cabelo. O fato de o cabelo ficar mais liso é decorrência deste novo calibre mais grosso que o cabelo adquire que faz com que tenha um caimento melhor, já que se torna mais pesado. Como se faz uma escova logo em seguida à aplicação, o fio se condiciona melhor a assumir essa forma, esticada, como se estivesse sido passado a ferro e assim, permanece por mais tempo, por isso a ilusão de ter os cabelos mais alisados.

Diferente das escovas japonesas, a escova com formol não danifica os fios, se feita com habilidade. Mas, como todo produto com formol, tem seus efeitos colaterais, pode arder os olhos, na garganta e até tosse, devido à inalação inevitável do produto.

Hoje os produtos aprovados pela ANVISA podem conter formol, mas em pequenas quantidades com até 0,5%, cujo efeito é naturalmente menor, mas que pode ser usado com frequência, até alcançar o efeito desejado.



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