Dicas e informações sobre a técnica de escova progressiva com formol

Escova progressiva com formol 300x179 Escova Progressiva com Formol

Muitas mulheres fazem de tudo para deixar os cabelos super lisos, inclusive usar produtos que já são comprovadamente prejudiciais à saúde, como as escovas progressivas com formol.

Há alguns anos surgiu no cenário dos salões de beleza do Brasil um significativo avanço no manejo dos cabelos crespos, ondulados, finos, rebeldes e frágeis. Um velho conhecido dos médicos, o formol, revelou-se um grande aliado para domar os fios, economizando precioso tempo, com a rotina das escovas, idas ao cabeleireiro, secadores e tudo mais.

A escova progressiva com formol foi a “luz no final do túnel” para quem tem o cabelo que arma a qualquer sinal de umidade no ar; também um aliado para quem sofre horas alisando os fios com secadores e chapinhas.

A expressão “Escova Progressiva” se refere à técnica que apresenta uma solução à base de formol misturada à queratina líquida e uma emulsão leave in. Este produto é aplicado mecha a mecha, sendo feita, então uma escova tradicional. É recomendado que após a escova progressiva não se lave o cabelo por uns três dias, mas, na verdade, isso não é importante e nem necessário.

Diferente do que se pensa o formol não torna o cabelo mais liso, mas fortalece mais os fios, criando uma espécie de capa que o envolve, endurecendo a queratina que é um constituinte natural e principal do fio do cabelo. O fato de o cabelo ficar mais liso é decorrência deste novo calibre mais grosso que o cabelo adquire que faz com que tenha um caimento melhor, já que se torna mais pesado. Como se faz uma escova logo em seguida à aplicação, o fio se condiciona melhor a assumir essa forma, esticada, como se estivesse sido passado a ferro e assim, permanece por mais tempo, por isso a ilusão de ter os cabelos mais alisados.

Diferente das escovas japonesas, a escova com formol não danifica os fios, se feita com habilidade. Mas, como todo produto com formol, tem seus efeitos colaterais, pode arder os olhos, na garganta e até tosse, devido à inalação inevitável do produto.

Hoje os produtos aprovados pela ANVISA podem conter formol, mas em pequenas quantidades com até 0,5%, cujo efeito é naturalmente menor, mas que pode ser usado com frequência, até alcançar o efeito desejado.

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